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Bruno Miller Theodosio.

Economista pela FEA USP e Mestrando em Economia pelo IE UFRJ.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/7990294773525317

Interessado em Economia, Filosofia e Política. Marcado por uma perspectiva radicalmente crítica da sociabilidade moderna, crítico do capitalismo, mas que foge das críticas simplistas e apaixonadas. A busca é por uma crítica coerente e radical, ou seja, que vá à raiz.

Facebook: https://www.facebook.com/bruno.millertheodosio

“Os filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes; a questão, porém, é transformá-lo.” (Karl Marx, Teses sobre Feuerbach, 1845, 11ª tese)

“As armas da crítica não podem, de fato, substituir a crítica das armas; a força material tem de ser deposta por força material, mas a teoria também se converte em força material uma vez que se apossa dos homens. A teoria é capaz de prender os homens desde que demonstre sua verdade face ao homem, desde que se torne radical. Ser radical é atacar o problema em suas raízes. Para o homem, porém, a raiz é o próprio homem.” (Karl Marx, Crítica da Filosofia do Direito de Hegel, Introdução, s.p. disponível em: https://www.marxists.org/portugues/marx/1844/criticafilosofiadireito/introducao.htm)

“A tradição dos oprimidos nos ensina que o “estado de exceção” em que vivemos é na verdade a regra geral. Precisamos construir um conceito de história que corresponda a essa verdade. Nesse momento, perceberemos que nossa tarefa é originar um verdadeiro estado de exceção; com isso, nossa posição ficará mais forte na luta contra o fascismo. Este se beneficia da circunstância de que seus adversários o enfrentam em nome do progresso, considerado como uma norma histórica. O assombro com o fato de que os episódios que vivemos no séculos XX “ainda” sejam possíveis, não é um assombro filosófico. Ele não gera nenhum conhecimento, a não ser o conhecimento de que a concepção de história da qual emana semelhante assombro é insustentável.” (Walter Benjamin, Teses sobre o conceito da história, 1940; 8ª tese)

“O estudo da economia não parece exigir talentos especializados de grau mais elevado do que o normal. Não é um assunto fácil se comparado com a filosofia ou a ciência pura? Uma disciplina fácil em que bem poucos se sobressaem! O paradoxo pode ser explicado talvez pelo fato de que o especialista em economia deve possuir uma combinação rara de dons. Deve ser matemático, historiador, estadista, filósofo – em certa medida. Deve compreender símbolos e falar por meio de palavras. Deve contemplar o particular em termos do geral e abordar o abstrato e o concreto em uma só linha de pensamento. Deve estudar o presente à luz do passado com a intenção de compreender o futuro. Nenhuma parte da natureza do homem ou das suas instituições deve ficar inteiramente fora de sua atenção. Deve ser ao mesmo tempo determinado e desinteressado, tão distante e incorruptível quanto um artista, mas, por vezes, tão próximo da terra quanto um político.” John Maynard Keynes

“Minha investigação desembocou no seguinte resultado: relações jurídicas, tais como formas de Estado, não podem ser compreendidas nem a partir de si mesmas, nem a partir do assim chamado desenvolvimento geral do espírito humano, mas, pelo contrário, elas se enraízam nas relações materiais de vida, cuja totalidade foi resumida por Hegel sob o nome de “sociedade civil” (bürguerliche Gesellchaft) […] O resultado geral a que cheguei e que, uma vez obtido, serviu-me de fio condutor aos meus estudos, pode ser formulado em poucas palavras: na produção social da sua vida, os homens contraem relações determinadas, necessárias e independentes da sua vontade, relações de produção estas que correspondem a uma etapa determinada de desenvolvimento das suas forças produtivas materiais. A totalidade dessas relações de produção forma a estrutura econômica da sociedade, a base real sobre a qual se levanta a superestrutura jurídica e política, e à qual correspondem formas sociais determinadas de consciência. O modo de produção da vida material condiciona o processo em geral de vida social, político e espiritual. Não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas, ao contrário, é o seu ser social é que determina sua consciência. (Karl Marx, Para a crítica da Economia Política, 1982, p.25 grifos nossos)

“Em matéria de marxismo, a ortodoxia se refere antes e exclusivamente ao método.” (Georg Lukács, História e Consciência de Classe, 2012, p.64)

“A história de todas as sociedades que existiram até aos nossos dias é a história da luta de classes.

Homens livres e escravos, patrícios e plebeus, senhores e servos, mestres e oficiais, numa palavra: opressores e oprimidos, em oposição constante, travaram uma guerra ininterrupta, ora aberta, ora dissimulada, uma guerra que acaba sempre pela transformação revolucionária de toda a sociedade, ou pela destruição das duas classes beligerantes. […] Os comunistas consideram indigno dissimular as sua idéias e propósitos. Proclamam abertamente que os seus objetivos só podem ser alcançados derrubando pela violência toda a ordem social existente. Que as classes dominantes tremam ante a idéia de uma Revolução Comunista! Os proletários não têm nada a perder com ela, além das suas cadeias. Têm, em troca, um mundo a ganhar.

PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES, UNI-VOS!” (Karl Marx, O Manifesto Comunista, 1848)

 

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