O tempo

O tempo

 

Pobre peito, que desatinado insiste
Em te amar, em clamar
E que me põe a chorar e a gritar
Me encontro demasiado triste

Quero parar o tempo no passado,
Adiantar o presente.
Almejo ser desejado
Vou voltar a ser contente…
Meu desejo por ti é ardente, é latente
Você, a mim, é imanente!
Pois bem, intente viver sem tua metade
Nessa vã maldade mundana, escabrosa
e tenebrosa vida profana
Que devaneio… “deve ser coisa da idade”

Hei de encontrar entusiasmo
Para suportar a longa espera
Tempo sombrio que vela
E me furta tua boca, tua nuca, teu corpo…

Fico pasmo
Da vida só vejo sarcasmo

Cadê teu carinho
Pra me dar guarida
Timoneira do meu caminho
Mulher da minha vida

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