Soneto de eternidade

Soneto de Eternidade

Amo-te tanto, minha namorada

Deixa-me viajar no teu corpo iluminado pela lua

A vida, agora, completa e não mais enevoada

Com sentido e vigor encerra-se na tua pele ainda nua

 

A completude de espírito recheada de fogo carnal

Sirvo-te assim, como um garçom sapeca

Bela, imóvel e calada; enfim minha boneca

Caindo viva de braços abertos no meu coração banal

 

Desde agora para sempre, minha serás

Não fujas, da vida, porque perceberás,

Verás que na tua vida sou eu

 

Marinheiro que navega teu fluxo sanguíneo

Brotando do peito e corando tua cara, no mais duro breu

Por seres meu, teu amor nunca findarás

 

 

Bruno Miller Theodosio

3 respostas em “Soneto de eternidade

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