Alguns pontos(sem elaboração) sobre Marx.

A troca das mercadorias esconde uma relação social, que é historicamente datada. Nossas relações são mediadas por coisas; relações fetichisadas. Nossas coisas, no mercado, ficam independentes de nós; a inversão fetichista é a “coisa” em vez do ser humano! As coisas têm um “feitiço social”: Coisas, de repente, parecem que têm valor por si mesmo, parece que se movimentam por conta própria, mas NÃO! Somos nós que atribuímos valor às coisas! E nós, escravos dessa relação nos escravizamos e vamos ao mercado transacioná-las…

Nossas relações sociais reificadas e a relação entre as coisas humanizada, coisificada, fetichisada!

A sociedade, no entanto diz: ‎”O Capital é muito bacana, dá emprego pras pessoas, se não fosse ele as pessoas não trabalhavam”. É pra gerar emprego que se monta uma empresa? Não, é pelo LUCRO! Portanto o emprego é um MEIO e a finalidade é o LUCRO. Quando produzo roupas, não produzo para o bem estar social e sim pelo dinheiro que eu faço pela venda das mercadorias. Ou seja, o valor de uso é o meio, a finalidade é o lucro! Porque a Finalidade é sempre produção da mais valia. No Capitalismo a finalidade vira o meio e o meio vira a finalidade. “Não, o lucro é um meio que utilizamos pra produzir roupas” enquanto o trabalho é, na verdade o meio para o fim (lucro)!

A ética protestante é necessária somente pro capitalismo inicial, depois ela muda para uma ética da apropriação; A ética do mundo do trabalho é suprimida pela ética da apropriação. Existe uma oposição entre trabalho e propriedade.

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